Associação para Defesa do Artesanato e Património de Vila do Conde

Nos finais dos anos 70, as rendilheiras de Vila do Conde encontravam-se profundamente desanimadas e desmotivadas, uma vez que, fruto de circunstâncias várias, tinham enorme dificuldade em encontrar mercado para as pequenas maravilhas que nasciam das suas hábeis mãos.

 

Foi neste contexto, e contando desde o primeiro minuto com o incondicional incentivo da Câmara Municipal, que um grupo de vilacondenses assumiu a tarefa de relançar as Rendas de Bilros. Assim, em 1984, nasceu a Associação para Defesa do Artesanato e Património de Vila do Conde, com um objetivo de “inventariar, preservar e promover” as artes e ofícios tradicionais, e, ainda, a ambição de contribuir para a promoção de Vila do Conde.

 

As Rendas de Bilros foram o ponto de partida. Mas também o de permanente chegada.

 

Na verdade, foi pelas Rendas de Bilros que surgiu a Feira Nacional de Artesanato, iniciativa pioneira no País, e que fez de Vila do Conde uma referência incontornável quando se fala nas artes populares portuguesas.

 

Simultaneamente, foi criado o Museu das Rendas de Bilros, preservando a nossa memória coletiva, abriram-se novos horizontes, estabelecendo contactos com outros pontos do globo onde está viva a arte de rendilhar, realizaram-se cursos de aperfeiçoamento e trocas de experiências e procuraram-se novos usos para as Rendas de Bilros, nomeadamente na Alta-costura e na Joalharia.

 

E, com o apoio a estudos que justificam e suportam o certificado de denominação de origem às Rendas de Bilros de Vila do Conde, qualificaram-se as nossas rendas e afirmou-se o nome da nossa Terra.

 

Pela ação desenvolvida “na preservação da nossa memória e identidade”, a Associação foi agraciada pela Autarquia, em 2012, com a Medalha de Mérito Municipal.

 

Entretanto, outras iniciativas foram sendo concretizadas, com destaque, pelo indiscutível impacto, para a Feira de Gastronomia ou a animação na Quadra Natalícia, e, muito recentemente, na sequência da extinção da Fundação Dr. Elias de Aguiar, a Câmara Municipal de Vila do Conde atribuiu à Associação a incumbência de gerir a antiga Academia, agora Conservatório de Música de Vila do Conde, procurando dar continuidade a uma obra notável que, com o apoio de todos, se aposta em incrementar.

 

Estrutura financiada através de contrato de patrocínio de acordo com a

alínea d) do ponto 1 do art 9º do DL 152/2013 de 04 de novembro

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